A missão jovem realizada entre os dias 23 e 27 de janeiro do corrente ano, aqui em Senhor do Bonfim, teve como base a carta do Papa Bento XVI aos jovens para a XXIII jornada mundial da juventude, a se realizar em Sidney, Austrália, nos dias de 15 a 20 de julho de 2008. Procurou-se nesta missão jovem, dá enfoque a civilização do amor, a partir da integridade e da formação integral do jovem na sociedade atual. Os Atos dos Apóstolos 8,1: “Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas”, serviu de base bíblica para a missão entre os jovens.
A juventude é, à sua maneira, o rosto de Deus, um lugar teológico, isto é, que revela e nos fala de Deus. E como afirma o Papa Bento XVI: “Nunca esqueçais que a Igreja, aliás, a própria humanidade, a que vos circunda e a que vos aguarda no futuro, espera muito de vós, jovens, porque tendes em vós o dom supremo do Pai, o Espírito de Jesus”. É o reconhecimento, explícito, do valor incomensurável do jovem na Igreja. O Documento da CNBB, sobre a Evangelização da Juventude, afirma: “A juventude mora no coração da Igreja e é fonte de renovação da sociedade. Os jovens de todos os tempos e lugares buscam a felicidade”. Uma felicidade que não é efêmera, pelo contrário, é sólida e que tem fundamentos. A juventude tem um lugar de destaque dentro da Igreja, pois revela uma inquietação evangélica, mostrando-nos que devemos nos atualizar a fim de que nos coloquemos dentro da sociedade hodierna e falemos na exata medida de Deus. É um impulsionar para a leitura dos tempos, ou melhor, dos sinais dos tempos. E mais, a juventude impulsionada por esta força, a do Espírito de Jesus, é sinal, testemunho, de uma Igreja viva e vivificante no meio da sociedade, a qual tenta supervalorizar o poder do consumo e do supérfluo, numa subcultura da aparência e do descartável. Enquanto a proposta da missão jovem foi mostrar a formação integral do jovem, a qual envolve a dimensão com Deus, consigo mesmo, com os outros, com a sociedade e com a ação, ou seja, com a técnica.
Metodologicamente, a missão foi dividida em 08 (oito) centros, foram eles: Catedral, Pêra, Carrapichel, Itapicuru, Estiva, Missão do Sahy, Cazumba e Tijuaçu. Por fim, a missão jovem teve como objetivo, também, reanimar os grupos de jovens e criá-los onde não tinha. A missão foi o revigoramento da fé juvenil, por uma cultura da integridade de nossa juventude. A Missa de encerramento, na quadra do Colégio das Sacramentinas, demonstrou o espírito da missão jovem de reunir, congregar os jovens à luz do Espírito Santo.
Diác. José Roberto, CSsR
Zezinho
A juventude é, à sua maneira, o rosto de Deus, um lugar teológico, isto é, que revela e nos fala de Deus. E como afirma o Papa Bento XVI: “Nunca esqueçais que a Igreja, aliás, a própria humanidade, a que vos circunda e a que vos aguarda no futuro, espera muito de vós, jovens, porque tendes em vós o dom supremo do Pai, o Espírito de Jesus”. É o reconhecimento, explícito, do valor incomensurável do jovem na Igreja. O Documento da CNBB, sobre a Evangelização da Juventude, afirma: “A juventude mora no coração da Igreja e é fonte de renovação da sociedade. Os jovens de todos os tempos e lugares buscam a felicidade”. Uma felicidade que não é efêmera, pelo contrário, é sólida e que tem fundamentos. A juventude tem um lugar de destaque dentro da Igreja, pois revela uma inquietação evangélica, mostrando-nos que devemos nos atualizar a fim de que nos coloquemos dentro da sociedade hodierna e falemos na exata medida de Deus. É um impulsionar para a leitura dos tempos, ou melhor, dos sinais dos tempos. E mais, a juventude impulsionada por esta força, a do Espírito de Jesus, é sinal, testemunho, de uma Igreja viva e vivificante no meio da sociedade, a qual tenta supervalorizar o poder do consumo e do supérfluo, numa subcultura da aparência e do descartável. Enquanto a proposta da missão jovem foi mostrar a formação integral do jovem, a qual envolve a dimensão com Deus, consigo mesmo, com os outros, com a sociedade e com a ação, ou seja, com a técnica.
Metodologicamente, a missão foi dividida em 08 (oito) centros, foram eles: Catedral, Pêra, Carrapichel, Itapicuru, Estiva, Missão do Sahy, Cazumba e Tijuaçu. Por fim, a missão jovem teve como objetivo, também, reanimar os grupos de jovens e criá-los onde não tinha. A missão foi o revigoramento da fé juvenil, por uma cultura da integridade de nossa juventude. A Missa de encerramento, na quadra do Colégio das Sacramentinas, demonstrou o espírito da missão jovem de reunir, congregar os jovens à luz do Espírito Santo.
Diác. José Roberto, CSsR
Zezinho
Um comentário:
Nossos jovens são a esperança da sociedade e da Igreja, parabéns!
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